O doce luar da primavera

Resenha – O doce luar da primavera

por: Caroline Moreira

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Sinopse: De vez em quando eu me dispunha a rabiscar uns versos, verbos, verbetes. Eram curtos, sem muito conteúdo. Eu tentava, por vezes, escrever e descrever o que sentia, via e imaginava. Para falar a verdade, eu sentia, via e imaginava muito mais do que pudera escrever. Não tinha o dom, mas tinha vontade. Tinha necessidade. Todavia, a cada linha que percorria, aliviava-me a alma. Descarregara um peso que teimava em acumular. Com o tempo, tornava-se cada vez mais comum transferir meus pensamentos para o papel. Qualquer ideia solta virava verso. Logo já era prosa. Não era intencional. Quando logo vira, já estava transcrevendo tudo que se passava em minha mente e principal: em meu coração. Dedicando-me à escrita tive um aprendizado: não tinha dom para escrever, mas podia sentir, ver e imaginar… o que, pra mim, valia muito mais.  Continuar lendo

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Poesia estradeira

Resenha  – Poesia estradeira

por: Marina Rodrigues

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Sinopse: Poesia Estradeira reúne poesias referentes a lugares que marcam o autor de alguma forma, como Brasília, São Tomé das Letras (MG), São João Marcos (RJ), Memorial Isla Negra (Valparaízo, Chile) e Torre de Belém (Lisboa, Portugal). A obra também possui fotografias em preto em branco, também do autor.  Continuar lendo

Poemas de origami

Resenha – Poemas de origami
por Caroline Moreirabarra
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Sinopse: Poemas a sete mãos. Origami é uma arte milenar do Japão, que consiste na criação de formas através da dobradura de papéis, sem o uso de cortes. Poema é uma obra literária, que emociona e sensibiliza o leitor. Os Poemas de Origami representam a união da sensibilidade humana com a habilidade manual de poder criar formas apenas com um pedaço de papel; escritos a 7 mãos por duas jovens poetas- favorecendo a concentração, a paciência, a inspiração, a emoção, a dedicação, a composição e a satisfação pessoal de fazer algo realmente criativo entre centenas de dobraduras, versos, estrofes ou simplesmente prosa, repleta de sentimento, profundamente humana; sob os auspícios de paz e harmonia, das quatro estações do ano, que registram através de um haicai, o passar do tempo entre o céu e a terra, do Oriente ao Ocidente. São poemas do Brasil para o Japão, e do Japão para o mundo, oriundos do Porto de Santos, onde em 1908 aportou o navio Kasato Maru, trazendo a bordo os primeiros 781 imigrantes japoneses.

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